Parques Walt Disney planejam realizar funerais muito em breve

Now Mickey will cry over your dead body! Photo by Chad Sparkes [CC BY 2.0] via Flickr, modified.

De concepções a casamentos e agora funerais, a Disney cuidará de você indo ou vindo!

SEVEN SEAS LAGOON, FL – Walt Disney World não é apenas o principal destino de férias do mundo, é também o destino número um para casamentos. Mas, com os novos serviços de fim de vida anunciados agora, poderá em breve ser o primeiro lugar dos “destinos de funerais”!

A Disney tem mais de cem membros do elenco disponíveis para oficializar casamentos de diferentes origens religiosas (a única exceção são os calvinistas). Entre eles, realizam centenas de casamentos por toda Walt Disney World diariamente. A união de dois em uma família é uma ocasião feliz e também geralmente leva a uma nova vida sendo concebida naquela noite.

Mas recentemente algum jornal obscuro [Jornal? Eles ainda têm isso?] Relatou um comportamento dos convidados que é contrário a estes casamentos felizes. Os hóspedes têm trazido restos cremados de seus entes queridos para os parques da Disney e jogado-os em canais, nos rios e em volta de seus carrinhos de churros favoritos.

Cinzas, são poeira para as vassouras do parque?

O convidado Mick Jimalny e sua esposa Sarah, do Magic Kingdom, testemunharam recentemente um desses funerais improvisados.

“Lá estávamos nós, dividindo uma perna de peru e uma fumaça”, diz Jimalny, “e esse cara pega uma sacola e começa a gritar: ‘Vou sentir sua falta, mamãe!’ E pronto, a próxima coisa que sabemos é que um grupo inteiro de turistas brasileiros foi coberto pelas cinzas da mãe dele.”

Jimalny acrescenta: “Eu sei que não é certo rir de um funeral, mas acabei rindo.”

Fazendo mágica para todos os convidados – até mesmo os mortos

A Disney já respondeu dando aos convidados o que eles querem. A partir do início de 2019, a Disney oferecerá novos serviços “Magic Funeral®” no Funeral Pavilion, que está sendo construído no Grand Floridian Resort & Spa.

O porta-voz do Parque, Jun Disney (sem parentesco), estava no funeral de seu amado gato Hellrazer e disse, “A Disney está sempre feliz por trazer aos hóspedes o que eles desejam! Nós estamos muito empolgados em anunciar nosso mais novo serviço de Funerais! Ninguém pode adicionar mais alegria a um funeral como a Disney pode! Imagine o Mickey confortando sua avó após ela perder seu companheiro de 70 anos? E não nos esqueçamos o quanto sentimental pode ser quando o Pato Donald te der a mais sincera condolência, que estará disponível para escolha em nossa biblioteca de condolências, escritas por nossos talentosos escritores”

A partir de dezembro, os hóspedes poderão baixar um novo aplicativo MyFuneral+ para seus smartphones ou acessar o serviço no site da Disney! Nós vamos tentar

 

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Fonte: https://unclewalts.com/florida/magical-funerals-wdw/?fbclid=IwAR0LvvDhXi8_vE_mqwA8EENXq8Qb_jFL7tH_3ATIF4EJU6QtJ8NNnxJ7-rQ

Sincep lista 70 decisões burocráticas a serem tomadas após morte de um familiar

‘As pessoas imaginam que se você contrata um funeral você contrata um serviço único com pagamento único e não é assim’, diz Gisela Adissi, presidente da entidade nacional.

 

Após morte, familiares precisam tomar cerca de 70 decisões para concluir velório, sepultamento e luto pelo falecimento — Foto: Divulgação/Sincep

Após morte, familiares precisam tomar cerca de 70 decisões para concluir velório, sepultamento e luto pelo falecimento — Foto: Divulgação/Sincep

Após a morte de um ente querido a família precisa tomar ccerca de 70 decisões burocráticas e aparentemente simples, que vão desde o simples comunicado da morte até a homenagem póstuma. Essa lista de medidas quase que imediatas e necessárias foi elaborada pelo Sindicato dos Cemitérios e Crematórios Particulares do Brasil (Sincep).

“São tarefas e decisões, são caminhos. Tem uma coisa da experiência, são pedaços de serviços que a gente tende a entender que são contínuos. As pessoas imaginam que, se você contrata um funeral, você contrata um serviço único com pagamento único, e não é assim. Muitas vezes a família se divide nessas etapas. São decisões diferentes em núcleos diferentes”, disse Gisella Adissi, presidente do Sincep e dona de cemitério.

Segundo ela, essa lista gera um conjunto de decisões que não podem ser esquecidas pela família. “É curioso porque a lista tem de ser detalhada mesmo, porque tudo isso precisa ser perguntado para a família, com minúcia para chegar na maior identidade possível com o morto.”

Gisela disse que todo processo de funeral – ritual, cerimônia e despedida – traz muitos valores sociais, em que o parente da vítima se sente acolhido amigos e familiares.

“Quando se fecha o caixão vem a concretude, vem a participação da família. Isso é uma coisa que vem mudando com o tempo. Historicamente a gente foi se afastando do ritual de morte e a família foi perdendo essa participação.”

Atualmente, esse cenário de afastamento vem sofrendo mudanças.

“Hoje existe uma onda contrária, funerárias no mundo, especialmente nos Estados Unidos, apresentam uma maior participação não só nas escolhas a serem feitas da personalização, como dar banho ao corpo, vestir o morto, isso traz valor e uma concretude, familiariza. Esse aspecto de tocar o corpo é difícil, participar do processo de preparação, isso humaniza. O fato das decisões, dos pagamentos, isso também dá uma participação.”

 

Veja abaixo a lista de decisões com a morte:

Dar a notícia do falecimento

1 – Como avisar os familiares sobre a perda?

Cuidar das burocracias do hospital

2 – Que trâmites devo fazer no hospital?

3 – Que trâmites devo fazer no IML?

4 – O falecido era doador de órgãos?

Fazer o certificado de óbito

5 – Que médico para o atestado de óbito?

6 – Verificar onde estão os documentos do falecido

7 – Definir qual familiar vai ao cartório

Contratar o funeral

8 – Qual funerária fará o serviço?

9 – Como trasladar o ente querido à funerária?

10 – Em que tipo de veículo será o traslado (carro funerário, ambulância)?

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Fonte: https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2018/11/02/sindicato-de-cemiterios-e-crematorios-lista-70-decisoes-burocraticas-a-serem-tomadas-apos-morte-de-um-familiar.ghtml

1 milhão de pessoas deve ir aos cemitérios em São Paulo neste Finados

Dezenove cemitérios municipais de São Paulo têm missas programadas nesta sexta-feira (2), Dia de Finados. O Cemitério Vila Formosa, um dos maiores da América Latina, celebra missas a partir das 6 horas. Segundo estimativa da prefeitura, 1 milhão de pessoas devem ir aos cemitérios hoje.

Não há programação de missas nos cemitérios Araçá e Parelheiros.

Confira os horários das missas que serão celebradas nos cemitérios municipais neste 2 de novembro:

  • Cemitério Campo Grande: 10h e 13h
  • Cemitério Consolação: 8h, 10h, 12h, 14h e 16h
  • Cemitério Dom Bosco: 10h e 15h
  • Cemitério Freguesia do Ó: 15h
  • Cemitério Itaquera: 8h, 10h, 12h, 15h e 17h
  • Cemitério Lageado: 8h, 10h, 12h, 14h e 16h
  • Cemitério Lapa: 8h, 11h, 15h e 17h
  • Cemitério Penha: 8h, 10h, 12h, 14h e 16h
  • Cemitério Quarta Parada: 7h, 9h, 15h e 18h
  • Cemitério Santana: 8h, 10h, 12h e 15h
  • Cemitério Santo Amaro: 8h, 10h, 12h, 14h e 16h
  • Cemitério São Luís: 10h
  • Cemitério São Paulo: 10h e 15h
  • Cemitério São Pedro: 8h, 10h, 12h e 15h
  • Cemitério Saudade: 8h e 12h
  • Cemitério Tremembé: 10h
  • Cemitério Vila Formosa: 6h, 8h, 10h, 12h, 14h e 16h
  • Cemitério Vila N. Cachoeirinha: 7h, 8h e 15h
  • Cemitério Vila Mariana: 10h e 15h

Ônibus

A SPTrans montou um esquema especial com os ônibus que circulam nas regiões das 7h às 18h.

Trânsito

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) monitora o trânsito nas imediações dos principais cemitérios da cidade, das 6h às 18h. Há bloqueios, alterações de sentido de circulação, orientação de trânsito, travessia de pedestres e operacionalização das particularidades de cada cemitério, inclusive particulares, nas diversas regiões da capital.

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Fonte: https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2018/11/02/1-milhao-devem-ir-aos-cemiterios-em-sao-paulo-neste-finados-19-tem-missas.ghtml

Concurso oferece a chance de passar uma noite no Castelo do Drácula

A casa do lendário vampiro fica situada nas montanhas dos Cárpatos, no coração da Transilvânia. O vencedor do concurso ainda poderá levar um acompanhante para dormir na cripta do Drácula, com tudo pago

Quer encarar uma aventura do outro mundo? Mais precisamente no Velho Mundo? Pois o Airbnb, maior comunidade de hospedagem alternativa do mundo,está fazendo um desafio aos corajosos o suficiente para passar a noite na casa do princípe das trevas.

Sim, o Castelo de Bran, na Transilvânia, inspiração para o Castelo do Drácula, foi listado no Airbnb para o Halloween deste ano. Fãs do vampiro-mor terão a chance de arriscar o seu pescoço por uma noite de horror e serão recebidos pelo anfitrião Dacre Stoker, sobrinho-bisneto do escritor Bram Stoker.

Na noite de Halloween, em 31 de outubro, dois hóspedes vão reviver a história de Jonathan Harker, o protagonista do famoso romance de Bram Stoker, Drácula, através de uma jornada de carruagem pela Transilvânia, com o pôr-do-sol no horizonte e com a presença de morcegos e lobos uivantes. Finalmente, eles se aproximarão do retiro localizado na temida e sombria montanha, o Castelo de Bran. A história do castelo remonta ao século 14 e serviu de inspiração para o castelo de Drácula no famoso romance de Bram Stoker.

Dacre Stoker, um respeitado especialista em vampiros e defensor apaixonado do romance do seu tio-bisavó, encontrará os hóspedes e recontará histórias antigas, acendendo uma luz sobre os muitos segredos obscuros das lendas de vampiros, alguns nunca antes revelados. Ele explicará porque o sádico e cruel Vlad, o Empalador, ficou conhecido como Drácula e como essa lenda tem vivido por séculos.

“O Castelo de Bran é o lugar onde a lenda de Drácula nasceu e eu tenho muitas histórias para compartilhar e mistérios para revelar enquanto conduzir os hóspedes pelas passagens secretas e escuras desse lugar. Bram Stoker incluiu muitas referências a pessoas e a histórias reais em seu livro e questionou se os vampiros são realmente um mito”, avisa Dacre Stoker.

Depois de uma viagem através do labirinto de corredores escuros do castelo, recantos assustadores e escadas rangentes, os visitantes descobrirão uma passagem secreta que irá levá-los para a grande sala de jantar. Lá, um jantar íntimo à luz de velas os aguardará, preparado de uma forma tradicional, exatamente como descrito no romance de Bram Stoker: um suculento bife mal passado e frango com páprica.

Os hóspedes poderão, então, dormir em caixões forrados de veludo localizados na cripta e passarão o resto da noite no castelo completamente sozinhos, adormecendo ao som de rangidos e sussurros da noite da Transilvânia e uivos dos lobos, que ficam fora das muralhas do castelo.

Ao amanhecer, quando o risco de encontrar vampiros diminuir, os hóspedes irão celebrar com um café da manhã na sacada do castelo, assistindo ao sol nascer através do belo horizonte da Transilvânia.

“No ano passado, nós convidamos algumas pessoas para passarem uma noite com os mortos nas Catacumbas de Paris, agora, chegou o momento de apresentarmos uma lenda imortal. Um casal de sorte terá a oportunidade de testemunhar os verdadeiros horrores do castelo de Drácula durante a noite, a sós, sem nenhuma prata ou alho para ajudar na sua defesa”, disse Andrew Verbitsky, gerente geral do Airbnb para a Europa Central e do Leste.

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Fonte: http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/suplementos/tur/online/concurso-oferece-a-chance-de-passar-uma-noite-no-castelo-do-dracula-1.1635361

Centro funerário usa arquitetura para ajudar a lidar com o luto

Projeto do escritório holandês traz um jeito diferente de dizer ‘adeus’.

Escritório holandês projeta novo centro funerário (Foto: Visuais VERO/Reprodução)
O funeral não é a experiência preferida das pessoas, não é mesmo? Pensando nisso, os arquitetos do escritório Hofmandujardin iniciaram um projeto para dar aos entes queridos um belo ‘adeus’.

O local foi concebido a partir de três salas que representam três momentos-chave no processo do funeral: a reunião dos amigos e familiares, a cerimônia de recordação e o momento de encontro social. O sócio fundador do escritório afirma que “a falta de lugares para despedidas dignas resulta em sentimentos de desconforto em momentos cruciais de nossas vidas”.

A primeira sala é uma espécie de grande mural interativo, chamado de “parede da memória”, onde os amigos e familiares podem compartilhar fotos e vídeos, formando uma colagem animada para celebrar a vida.

Já na segunda sala – localizada ao centro – foi concebida em formato de triângulo para a cerimônia de recordaçã. Ali, as paredes laterais e o teto se dobram formando uma espécie de portal, onde o caixão é colocado. Essa é a representação do fechamento do ciclo da vida.

Na terceira parte, piso, paredes e teto são totalmente revestidos de madeira, criando uma atmosfera acolhedora e confortável, promovendo uma oportunidade para melhorar as relações sociais após a cerimônia.

Apesar da maneira como nos despedimos dos entes queridos ser uma opção muito pessoal, Barbara Dujardin, sócia fundadora da Hofmandujardin, acredita que “os momentos tristes da nossa vida deviam ser belos ao mesmo tempo”. Você concorda?

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Fonte: https://casavogue.globo.com/Arquitetura/Edificios/noticia/2018/07/centro-funerario-usa-arquitetura-para-ajudar-lidar-com-o-luto.html

Descoberta em MG revela práticas funerárias pré-históricas no Brasil

A descoberta de 39 esqueletos humanos, com idades entre 8 mil e 11 mil anos na região metropolitana de Belo Horizonte, está ajudando a redefinir o que se sabia sobre os primeiros brasileiros. O achado ocorreu na Lapa do Santo, uma pequena caverna no município de Lagoa Santa.

São os ossos mais antigos do Brasil e revelam que, ao contrário do que se pensava até agora, os povos que viviam no local naquela época eram complexos e tinham práticas funerárias altamente elaboradas.

A novidade é resultado do projeto Morte e vida na Lapa do Santo: uma biografia arqueológica dos povos de Luzia, coordenado pelos pesquisadores André Strauss, do Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE), e Rodrigo de Oliveira, do Instituto de Biociências (IB), ambos da Universidade de São Paulo (USP).

É um trabalho de pesquisa interdisciplinar, que tem como objetivo caracterizar como viviam as populações que estavam no Brasil central durante o Holoceno Inicial (Holoceno é o período geológico que começou há 11.500 anos e se estende até o presente).

De acordo com Strauss, os esqueletos desencavados eram de idosos, crianças, homens e mulheres. “Todos tinham sinais de rituais mortuários”, revela.

“Alguns estavam queimados, outros pintados de vermelho e alguns combinavam crânios de crianças com corpos de adultos, ou dentes de uma pessoa com a arcada de outra. O que chamou a atenção também é que esses sinais variavam dependendo da idade arqueológica dos ossos. Isso pode significar que os povos que habitavam a região alteraram sua forma de tratar os corpos dos mortos ao longo do tempo. Essa descoberta é inédita na arqueologia brasileira.”

Os primeiros americanos

 A região tem dezenas de sítios arqueológicos que vêm sendo escavados e pesquisados desde 1843 (Foto: André Strauss/Divulgação)

A região tem dezenas de sítios arqueológicos que vêm sendo escavados e pesquisados desde 1843 (Foto: André Strauss/Divulgação)

A região onde trabalham os arqueólogos, Lagoa Santa, está entre as mais ricas em restos de culturas pré-históricas do Brasil. Ali, dezenas de sítios arqueológicos vêm sendo escavados e pesquisados desde 1843, quando o naturalista dinamarquês Peter Wilhelm Lund (1801-1880), considerado o pai da paleontologia brasileira, descobriu ossadas humanas misturadas com as de animais já extintos. Desde então, centenas de crânios e outros ossos humanos foram desenterrados do local.

Entre eles, o mais antigo de que se tem registro no Brasil, com 11.300 anos, descoberto em 1974, pela arqueóloga francesa Annette Laming-Emperaire, no sítio chamado Lapa Vermelha IV.

Como era de um indivíduo do sexo feminino, foi batizada de Luzia pelo bioantropólogo Walter Alves Neves, também da USP, que foi orientador de Strauss e Oliveira, que agora dão continuidade ao seu trabalho.

Em 1995, ele fez medidas antropométricas do crânio, que mostraram que Luzia tinha mais a ver com os africanos do que com os índios atuais.

Com base nisso e em outras descobertas, ele elaborou sua hipótese para a ocupação das Américas, apresentada no livro O povo de Luzia – em busca dos primeiros americanos, em coautoria com o geógrafo Luís Beethoven Piló.

A hipótese propõe que os primeiros americanos chegaram ao continente em duas levas migratórias, uma há 14 mil anos e a segunda há 11 mil, vindas da Ásia pelo estreito de Bering. A primeira seria composta por uma população com traços semelhante aos dos africanos e aborígines australianos. A segunda era de indivíduos parecidos com asiáticos e índios americanos atuais.

Ao longo do tempo, os dois povos se miscigenaram no novo mundo.

Para outros estudiosos, no entanto, os indígenas atuais ou ameríndios e os primeiros que chegaram à região de Lagoa Santa fazem parte de um mesmo tipo, cujas diferenças morfológicas podem ser explicadas pela variabilidade natural que existe dentro de qualquer população. A pesquisas de Strauss e Oliveira poderão ajudar a elucidar a questão.

Segundo Strauss, o projeto segue em pleno andamento com a escavação da Lapa do Santo e a análise do material encontrado. “Isso inclui estudos morfológicos, de microvestígios, isótopos, datação, antropologia virtual, micromorfologia e DNA”, conta.

“Até o momento, nossos estudos não dialogam diretamente com o tema dos primeiros americanos. Quando sair o resultado do DNA poderemos determinar se o modelo dos dois componentes está correto ou não.”

As escavações realizadas até agora já revelaram vários aspectos dos grupos, desconhecidos até agora (Foto: André Strauss/Divulgação)

As escavações realizadas até agora já revelaram vários aspectos dos grupos, desconhecidos até agora (Foto: André Strauss/Divulgação)

Práticas funerárias surpreendentes

As escavações realizadas até agora já revelaram, no entanto, vários aspectos dos grupos que eram desconhecidos até agora. “Apesar das centenas de esqueletos exumados em Lagoa Santa em quase dois séculos de pesquisa, muito pouco foi discutido em relação às práticas funerárias na região”, diz Strauss.

“De acordo com as poucas descrições disponíveis na literatura, elas sempre foram caracterizadas como simples e homogêneas, incluindo apenas enterros primários de um único indivíduo e sem nenhum tipo de acompanhamento funerário.”

As descobertas de Strauss e Oliveira mudam radicalmente esse quadro. De acordo com eles, os sepultamentos da Lapa do Santo tinham uma alta variabilidade, o que contradiz a visão tradicional sobre as práticas mortuárias na região.

“Além dessa retificação histórica, a diversidade delas no local ganha relevância, porque contraria a homogeneidade de outros componentes do sítio, tais como os artefatos de pedra, os remanescentes faunísticos, a morfologia craniana e a própria composição da matriz sedimentar.”

Segundo Strauss, os sepultamentos também permitem inferir que ao longo do Holoceno Inicial grupos distintos que, possivelmente, não se reconheciam como parte de um mesmo povo habitaram a região. “Na ausência de mais datações diretas para os esqueletos, não é possível descartar a hipótese de que, em um mesmo momento, diferentes povos tenham ocupado a região”, acrescenta.

Simplificando, ele diz que é possível que, durante o Holoceno Inicial, não tenha existido “um único ‘povo de Luzia'”, expressão cunhada por Walter Neves para se referir aos grupos humanos que habitaram a região de Lagoa Santa na época, “mas sim muitos ‘povos’ e muitas ‘Luzias’, cada um único em suas idiossincrasias simbólicas, culturais e, por que não, linguísticas”.

“Assim, o registro funerário da Lapa do Santo contribui para retratar uma pré-história plural e dinâmica, onde a diversidade é a regra e elemento interpretativo fundamental”, diz.

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Fonte: https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/descoberta-arqueologica-em-minas-gerais-revela-praticas-funerarias-pre-historicas-no-brasil.ghtml

Nova Plataforma de Boletos de Pagamento-Cobrança Registrada

A Nova Plataforma da Cobrança é um sistema para modernizar o processo de liquidação dos boletos bancários, com mecanismos que trazem mais controle e segurança a esse meio de pagamento, para garantir mais confiabilidade e comodidade aos usuários.

 

Uma iniciativa do setor bancário, após as instituições financeiras entenderem que o sistema de liquidação para os boletos bancários precisava ser modernizado. De fato, esse sistema não havia passado por uma modernização desde quando os boletos de pagamento foram criados, em 7 de outubro de 1993, por meio da Carta Circular nº 2.414, que determinou procedimentos para a implantação da compensação eletrônica de cobrança.

 

Em operação desde julho de 2017, quando passaram a ser processados os boletos de valor igual ou acima de R$ 50 mil, a Nova Plataforma vem gradualmente, incorporando os montantes inferiores a esse valor à sua base de dados. A mais recente etapa do cronograma para funcionamento do novo sistema começou em março, com a incorporação dos boletos de valor igual ou acima de R$ 800,00.

 

A partir de 24 de março de 2018, os boletos de cobrança de valores igual ou acima de R$ 800,00 passarão a trafegar pela Nova Plataforma da Cobrança para processamento das informações de pagamento, possibilitando aos consumidores maior conveniência e segurança na operação.

 

CRONOGRAMA

  • A partir de 1 de setembro/2018 – R$ 200,00 ou mais
  • A partir de 22 de setembro/2018 – R$ 100,00 ou mais
  • A partir de 06 de outubro/2018 – R$ 50,00 ou mais
  • A partir de 20 de outubro/2018 – R$ 0,01 ou mais
  • Em 03 de novembro/2018 – processo concluído, com a inclusão dos boletos de cartão de crédito e de doações, entre outros.

 

A rede bancária decidiu adotar um período de convivência entre o antigo modelo de cobrança, que permitia os boletos sem registro, e o novo, que deverá ter todos os boletos de pagamento registrados na base, para que não houvesse problemas de atendimento aos clientes.

 

Esse período de convivência entre os dois modelos inicia o seu desligamento em janeiro/18, conforme segue:

  • A partir de 25 de agosto/2018 – R$ 400,00 ou mais
  • A partir de 13 de outubro/2018 – R$ 100,00 ou mais
  • A partir de 27 de outubro/2018 – R$ 0,01 ou mais
  • Em 10 de novembro/2018 – processo concluído, com a inclusão dos boletos de cartão de crédito e de doações, entre outros

 

Desta forma, a partir de 25 de agosto, todos os boletos que passarem pela Nova Plataforma deverão estar adaptados ao novo sistema, inclusive aqueles de valor de R$ 400,00 ou mais, conforme cronograma acima.

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Fonte: https://portal.febraban.org.br/pagina/3150/1094/pt-br/servicos-novo-plataforma-boletos

Novos caminhos: E-commerce fatura com a venda de coroas para velório

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Não é mais novidade que o brasileiro adotou de vez as facilidades do comércio eletrônico no seu dia a dia. Dados divulgados no início de 2018 pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) mostram que o e-commerce apresentou crescimento de 12% no ano de 2017, mesmo em cenário de crise, com faturamento de mais de R$ 59 bilhões.

A variedade de serviços e produtos é, certamente, o grande atrativo. Não é preciso mais sair de casa para adquirir itens dos mais variados. Um exemplo é a possibilidade de comprar coroas fúnebres pela internet: você faz a encomenda de uma coroa de flores em Porto Alegre e ela é entregue em qualquer local do país, como Salvador ou Rio de Janeiro, por exemplo. O pioneiro especializado neste tipo de serviço é o site Coroas para Velórios, que fatura desde 2010 com a venda dos arranjos.

Diferencial do negócio trouxe sucesso

Fundado em 2010, o site Coroas para Velório surgiu a partir de uma necessidade específica do jovem Eduardo Gouveia. Por ocasião do falecimento de seu avô, Eduardo buscou na internet uma floricultura que vendesse um arranjo para homenagear o familiar, e, no entanto, não obteve sucesso na sua busca.

Foi neste momento, após ter que rodar alguns bairros da cidade de São Paulo atrás de um arranjo para a ocasião, que Gouveia vislumbrou a possibilidade de transformar a necessidade em negócio.

O site disponibiliza aos clientes coroas de flores dos mais variados tipos, preços e tamanhos, acompanhadas por faixas de condolências. O pedido e o pagamento são feitos rapidamente pelo site, e o cliente indica em que endereço ele quer que o arranjo seja entregue – residências, cemitérios, funerárias, velórios, e assim em diante. A encomenda chega em até duas horas em qualquer lugar do país.

O diferencial do serviço é proporcionar aos clientes agilidade e praticidade em um momento tão delicado quanto o falecimento de alguém próximo. A ideia do Coroas para Velórios, segundo Gouveia, é encontrar novas soluções dentro do segmento de flores no Brasil, mantendo o foco nas entregas rápidas e de fácil execução, sem burocracias.

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Fonte: https://ecommercenews.com.br/noticias/lancamentos/e-commerce-fatura-com-a-venda-de-coroas-para-velorio/

Agente funerária ‘pop’ quebra tabus: ‘Ignorar só piora quando a hora chega’

Caitlin Doughty tem quase meio milhão de seguidores no canal ‘Pergunte Para Uma Agente Funerária’, do YouTube Doughty, 33, vê pessoas mortas. O tempo todo. Não mortos como os do filme “O Sexto Sentido”, mas aqueles em carne e osso. Às vezes, também em cinzas.

Foi no primeiro emprego em um crematório, inclusive, que a norte-americana nascida no Havaí conheceu a morte de perto aos 23 anos –desta experiência surgiu o livro “Confissões do Crematório, Lições para Toda Vida” (Darkside, 2016), algo como “a fumaça entra nos seus olhos e outras lições do crematório” no título original.

Desde então, diz, vem fazendo da morte a sua vida.

Com visual que lembra o da personagem Mortícia  Addams –e sem medo de posar com itens considerados macabros, como caixões, caveiras, esqueletos, foices–, Caitlin abriu há três anos uma agência funerária em Los Angeles, com uma proposta de velórios e enterros parecidos com os de antigamente. Desde 2011, também encabeça o coletivo A Ordem da Boa Morte (em inglês), no qual profissionais de diversas áreas –de psiquiatra forense a designer de joias feitas com cinzas– propõem, entre outras coisas, a quebra do silêncio em torno do tema.

 

Reprodução/Instagram/thegooddeath

Bom humor está entre as ‘ferramentas’ da agente funerária em vídeos no YouTube

Se o objetivo é expor diversos aspectos da morte, Caitlin adotou uma fórmula hoje conhecida para se fazer ouvir. Com uma linguagem extremamente direta, humor e algumas caras e bocas, além do domínio sobre um conteúdo inusitado, foi às redes sociais contar o que sabe. Funcionou: tem quase meio milhão de seguidores no YouTube, no canal “Pergunte para uma Agente Funerária“, no qual seu vídeo mais assistido é “fechando bocas no pós-morte” (1,1 milhão de visualizações).

“Evito revelar meu trabalho quando conheço pessoas novas. Não porque tenho vergonha, mas porque fazem pergunta atrás de pergunta. As pessoas ficam encantadas de encontrar alguém que sabe o que acontece nos bastidores da morte”

Caitlin Doughty, agente funerária

 

Aqui vão algumas dessas informações de bastidores. Há diversas formas para fechar a boca dos mortos: de uma pistola que “prega” o interior dos lábios à gengiva, passando pela costura e métodos mais naturais –caso de uma simples toalha enrolada, posicionada sob o pescoço, que serve de apoio ao maxilar.

10.nov.2000 – Sue Gordon/Orion Pictures/Zuma Press

Morticia Addams, interpretada por Anjelica Huston, também flerta com o macabro

Ela também conta que é preciso fechar os olhos dos mortos porque eles ficam com um aspecto leitoso. E que, como é muito difícil vestir um corpo, há quem corte a roupa e vista somente a parte da frente, como faria com um cobertor (ajeitando bem o tecido sobre o morto, para deixar o truque imperceptível).

A terceirização da morte

Entra aqui uma certa contradição. Ao mesmo tempo que existe curiosidade, muitas culturas do ocidente evitam ao máximo falar sobre o assunto e lidar diretamente com seus mortos.

Caitlin lembra que, há cem ou 150 anos, o cenário era bem diferente. Não havia hospitais, funerárias e abatedouros em todos os lugares, como hoje, “escondendo a morte”. As pessoas morriam em casa, onde também eram realizados os funerais, e os animais comidos pela família eram abatidos ali mesmo, no quintal. Tudo isso acabou, principalmente para quem vive em grandes cidades.

 

“É difícil falar sobre a morte porque ficou muito fácil evitá-la. Você pode chegar aos 40 anos sem nunca nem sequer ter ido a um velório ou visto um corpo. E, se nos fizeram acreditar que a morte é um mito, não há motivos para aceitar a realidade. Isso só torna as coisas piores quando a morte chega”

Caitlin Doughty, agente funerária

 

Segundo ela, a morte foi terceirizada: saiu das mãos dos familiares e ficou sob responsabilidade dos profissionais. Eles embalsamam, limpam, vestem, maquiam e acomodam os corpos seguindo seus próprios procedimentos e cronogramas.

Reprodução/Instagram/thegooddeath

Caitlin defende que a cultura de silêncio em torno da morte seja derrubada com discussões abertas sobre o tema

A proposta de sua agência funerária é tornar esse processo mais natural. “Retomar os cuidados com nossos próprios mortos, não pagar para que alguém faça, é uma experiência de empoderamento. Ninguém deveria nos falar como ficar de luto, como nos comportar com o morto, como nos sentir”, afirmou em entrevista por email ao UOL.

Na prática, os serviços incluem de velório em casa à participação da família nos cuidados, sendo que nenhuma das opções de enterro ou cremação inclui embalsamento (para Caitlin, a técnica de preservação agride o ambiente e faz com que os mortos se pareçam com bonecos de cera).

“Os milhares de corpos com os quais lidei mudaram minha vida. Eles me aproximaram de minha própria mortalidade, assim como a mortalidade das pessoas que eu amo”, concluiu em uma palestra.

O começo do fim

A norte-americana começou a se interessar pelo assunto aos oito anos, quando viu uma criança caindo do parapeito de um shopping. Ela nunca teve a confirmação, mas deduziu que a vítima morreu.

“Isso me fez ficar aterrorizada. Quando ouvia uma sirene de ambulância, achava que estava vindo buscar meus pais ou avós, porque eles podiam morrer a qualquer momento”, lembra. “Ninguém falava abertamente comigo sobre esses medos. Parte do que faço hoje é criar uma conversa franca, para garantir que outras crianças possam viver em uma cultura na qual se fale sobre a morte.”

Reprodução/Instagram/thegooddeath

Nas horas de lazer, Caitlin muitas vezes passeia em cemitérios

Ela se formou em história medieval na Universidade de Chicago. Mudou-se para a Califórnia, conseguiu emprego em um crematório e descobriu aí sua verdadeira vocação. Foi então estudar ciências mortuárias, quando aprendeu muito do que ensina hoje em seus vídeos. No currículo do Cypress College (Califórnia), onde graduou-se após três semestres, constam aulas de serviços funerários, embalsamento, arte restaurativa e leis. No Brasil, cursos equivalentes formam os chamados auxiliares de necropsia.

Caitlin diz não pensar muito em sua própria morte, pois está na faixa dos 30 anos e tem boa saúde (“até onde sei”, brinca). Ainda assim, fez um vídeo em que detalha exatamente o que gostaria que fizessem caso ela morra –e aconselha todos a fazerem algo parecido. Isso inclui instruções para uma amiga, já com acesso às senhas de Caitlin, para postar a notícia do falecimento em suas redes sociais.

“Não sabemos o impacto da internet na nossa concepção de morte. Se uma pessoa que conheci na universidade não está no Twitter nem no Facebook, é quase como se estivesse morta. Mas, se alguém que não está nas redes sociais é considerado morto, alguém que mantém um perfil ativo depois da morte continua vivo?” Para essa pergunta, a agente funerária ainda não encontrou respostas

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Fonte: https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2018/06/02/bastidores-da-morte-agente-funeraria-conta-o-que-voce-quis-saber-e-tinha-medo-de-perguntar.htm

CNAE – Obrigação do código de barras (EAN / GTIN). Tudo o que você precisa saber.

Tudo o que você precisa saber para validar sua nota fiscal junto à Secretaria de Fazenda.

As Secretarias de Fazenda vêm realizando uma série de melhorias para aprimorar a qualidade dos dados nos documentos fiscais e facilitar a mineração de dados da nota fiscal eletrônica (NFe e NFCe), com o objetivo de aplicar regras informatizadas de apuração de impostos, além de ampliar a prestação de serviços ao cidadão. 
O processo de validação e cruzamento de dados das Notas Fiscais vêm acontecendo desde o início do projeto – CNPJ do destinatário da nota e NCM são exemplos de campos já monitorados – e, a partir de 2018, será a vez de novos campos.

Em caso de não cadastro ou não conformidade das informações dos produtos contidas nestes novos campos, as NF-e e NFC-e serão rejeitadas.
 
1) Quem deve manter as informações de produtos atualizadas?
Os donos das marcas de todos os setores que possuam produtos circulando no mercado com GTIN (Numeração Global de Item Comercial) e que são faturados nos documentos NF-e e NFC-e.
É de extrema importância que os donos das marcas mantenham os dados cadastrais de seus produtos atualizados, pois este novo processo de validação pode impactar qualquer tipo de empresa que emita NF, seja ela Indústria, Distribuidor, Atacado, Varejo, Atacarejo, E-commerce, entre outras envolvidas na cadeia produtiva.
2) Onde devo cadastrar estas informações?
Os dados dos produtos devem ser cadastrados e atualizados no CNP – Cadastro Nacional de Produtos (cadastro mantido pela GS1 Brasil), que funcionará de forma integrada ao Cadastro Centralizado de GTIN (fonte de consulta das Secretarias da Fazenda para validação dos campos).
O Cadastro Nacional de Produtos é uma ferramenta online, fácil de usar e está disponível gratuitamente para todos os associados da GS1 Brasil – Associação Brasileira de Automação, organização legalmente responsável pela atribuição do GTIN no país.
 
3) Quais campos serão validados pela Secretaria da Fazenda?
As Secretarias da Fazenda levarão em consideração o preenchimento correto de todos os campos abaixo para que uma Nota Fiscal seja classificada como válida:
– GTIN
– Marca
– Tipo GTIN (8, 12, 13 ou 14 posições)
– Descrição do Produto
– Dados da classificação do produto (Segmento, Família, Classe e Subclasse/Bloco)
– País  (Principal Mercado de Destino)
– CEST (Quando existir)
– NCM
– Peso Bruto
– Unidade de Medida do Peso Bruto
– Foto do produto
Caso o GTIN cadastrado seja de um agrupamento de produtos homogêneos (GTIN-14, antigo DUN-14), as informações adicionais que devem conter no cadastro são:
– GTIN de nível inferior
– Quantidade de Itens Contidos
4) Qual o prazo para regularizar meu cadastro?
Essa nova validação entrará em vigor a partir de 2018 e sua implementação seguirá um cronograma setorial, conforme os grupos de CNAEs mais abaixo.
Fique atento a qual grupo sua empresa pertence para evitar que suas notas fiscais sejam rejeitadas.
 
GRUPO GRUPO CNAE A PARTIR DE
I 324 1º de janeiro de 2018
II 121 a 122 1º de fevereiro de 2018
III 211 e 212 1º de março de 2018
IV 261 a 323 1º de abril de 2018
V 103 a 112 1º de maio de 2018
VI 011 a 102 1º de junho de 2018
VII 131 a 142 1º de julho de 2018
VIII 151 a 209 1º de agosto de 2018
IX 221 a 259 1º de setembro de 2018
X 491 a 662 1º de outubro de 2018
XI 663 a 872 1º de novembro de 2018
XII Demais grupos de CNAEs 1º de dezembro de 2018

 

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Fonte: https://www.gs1br.org/servicos-e-solucoes/cadastro-centralizado-de-gtin